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terça-feira, 21 de abril de 2009

Rezar mais para rezar melhor
Quanto menos rezamos, menos vontade temos
Para aprender a rezar é preciso simplesmente rezar muito, saber recomeçar indefinidamente a rezar sem se cansar, mesmo se não há resposta imediata, mesmo se não há nenhum resultado aparente.
Uma vidente perguntou a nossa senhora: mãe, o que devemos fazer para rezar melhor?” nossa Senhora respondeu: “Rezar mais! “ .Quanto mais rezamos, mais vontade temos de rezar; quanto menos rezamos, menos vontade temos.
Quando eu era bebê, fui tomando por uma anemia profunda que passei muitos anos combatendo; tenho ainda desagradáveis lembranças dessa luta. O problema é que, por ter anemia, não sentia vontade de comer; por que não comia, tinha anemia, e por ter anemia, não sentia vontade de comer; e porque não comia, tinha anemia... e assim por diante. O ciclo não é só vicioso, é fatal.
O remédio era, querendo ou não, comer, comer, comer...
Lembro-me dos ovos crus e dos bifes de fígado crus, nada apetecíveis que eu comia a força. Era preciso afastar a anemia. O remédio é alimentar-se ainda que forçosamente e, se temos pessoas que nos amam a nossa volta, elas devem nos obrigar a comer para a nossa salvação.
Para o mal de deixar a oração, não há outro remédio senão recomeçar. Precisamos sair da inércia e retomar o nosso relacionamento com Deus, ainda que não tenhamos gosto para já. As pessoas muito ativas ajudariam mais a Igreja, deixariam Deus mais satisfeito, além de darem um bom exemplo se gastassem ao menos a metade do tempo empregadas nas boas obras, em permanecer com Deus na oração.
Márcio Mendes.

segunda-feira, 20 de abril de 2009


O segredo é perdoar
Devemos sempre nos lembrar de como Deus nos perdoou em Cristo




Para que uma mágoa, ou qualquer outro problema, se transforme em ressentimento dentro de nosso coração, precisamos alimentá-la com o murmúrio. Todos nós nos decepcionamos quando algo inesperado nos acontece. Isso é normal. O problema é que depois ficamos revivendo o fato e remoendo-o dentro do coração. O primeiro grande segredo para a cura de nossos ressentimentos é treinar o coração para perdoar sempre. Não importa se a pessoa nos ofendeu porque quis ou por descuido. Não importa se a pessoa nos machucou consciente ou inconscientemente. Não importa nem mesmo se ela é amiga ou inimiga; o segredo é perdoar. Perdoar sempre! Perdoar tudo o que nos fizeram! E para perdoar é totalmente fundamental declarar o perdão, manifestá-lo explicitamente.
“Antes, sede uns como os outros bondosos e compassivos. Perdoai-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou, em Cristo” (Ef 4,32).
“Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, toda vez que tiverdes queixa contra outrem. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai também vós. Mas, acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é vínculo da perfeição” (Cl 3,13-14).
Para perdoar os outros devemos sempre nos lembrar de como Deus nos perdoou em Cristo. Devo perdoar quem me ofendeu, não porque eu seja bom ou a pessoa é boa. Devo perdoar não porque a pessoa mereça ser perdoada. Afinal de contas, se fomos tentar saber se a pessoa tem ou não tem culpa, se fez aquilo consciente ou inconscientemente, acabaremos por cair no murmúrio, até porque naquele momento nosso coração está ferido e machucado, e numa situação assim, ninguém consegue pensar corretamente. Logo, para evitar qualquer possibilidade de alimentar a mágoa, o segredo é perdoar imediatamente. E perdoar como o Senhor nos perdoa. Para isso é preciso revestir-se da caridade.
Caridade não é dar alguma coisa a alguém. Isso é filantropia. Caridade é dar-se inteiro a alguém que não merece! Foi isso que Jesus fez por mim e por você. Foi isso que o Senhor fez pela humanidade inteira. Ele se ofertou, inteiramente, a todos, inclusive àqueles que estavam sendo usados para crucificá-Lo: “Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem” (Lc 23,34).
Somente pelo perdão vivido explicitamente é que nos tornamos, de fato, filhos e filhas de Deus. Enquanto não perdoamos, estamos vivendo como se fôssemos adotados pelo "encardido" [maligno]. Aliás, muitas vezes, nos comportamos assim.
É preciso perdoar sempre e perdoar escpecialmente os que não merecem nosso perdão. Esse é o segredo que nos faz agir como filhos e filhas de Deus.
Do livro 'A cura do ressentimento' Pe. Leo

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Marcas do Eterno.

O amor que tem que ser doado para que possa fazer sentido em nossas vidas as pessoas que sempre surgem em nossas vidas nos lembra do eternos Jesus Cristo,lembre-se que a cura para o dor de falta do amor e dar amor sempre e mais e mais amor.Amor que transforma que constroi,reconstroi,transforma faz nascer vida onde não se tem.Amor que levou muitos a darem um rumo diferente na vida de deixar riquezas para doar-se as pessoas mais pobres que não tem nada.O que é o amor? Talves tenhamos muitas respostas para essa pergunta mais eu encontro esta resposta na cruz no rosto do Cristo desfigurado,no seu sofrimento por amor dor que se transforma em amor isso é a cruz do Cristo,no caminho do calvario só o amor reina mesmo ao olhar a judas so amor reinava na quele lugar apenas judas não reconhece este amor e assim judas tira sua propria vida.O amor se reconhecido muda da vida a qualquer coisa...Amor que transforma vidas o de Jesus,o Cristo ressuscitado...
Abraços Fraternos:Marcelo Braga.

terça-feira, 14 de abril de 2009

A Cruz de Cristo Jesus!

A cruz de Cristo Jesus,que tantas pessoas trazem consigo sobre o peito para assim demonstrar eu sou cristão,talves você traga a cruz de um Cristo ressuscitado por isso sem o Cristo ou uma com a imagem do Cristo não sei mais sei que a cruz em seu peito tem um grande significado a marca da vitória de Jesus sobre o mal sobre a morte.Sim a cruz que caminha com os cristões desde seu inicio marca de vitoria,vitoria de sangue que se é derramado por amor a mim e a você cruz bentida,cruz santa, o arvore bendita que de ti saiu a cruz de meu senhor e salvador Jesus para se realizar a sagarda escritura.Olhar para a Cruz sem o Cristo e imediatamente se lembra de ressurreição,confirmar a salvação do amor que se doa totalmente.[Photo]Olhar para a Cruz com Cristo Jesus e sempre lembra-se que com Cristo Jesus devemos passar por ela para com Cristo também ressuscitar.Amados a Cruz de Cristo não e dor mais o maior misterio de amor que a humanadade pode viver olhar a cruz e ver amor somente amor.Dor talves mais dor que se transforma em amor pela humanidade o pai que doa seu ilho por amor o filho que se entrega por amor!Cruz e e sempre sera misterio de grande amor quem descobrir a graça de carregar a cruz descobre a maior das doações a doação do amor que nos faz sermos eternos e nos leva para o eternos a cruz e eterna pois e lá que Cristo da prova de seu total amor Deus que se faz humano e se entrega por amor vive todo sofrimento somente por amor!Lembre-se sempre a cruz antes de tudo e só amor e amor eterno!

A Cruz do amor a cruz da doação a cruz de Jesus.

Marcelo Braga.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Chega de depravação!
Somos filhos de Deus!
Você pode viver a vida nova que Cristo lhe dá. Você não precisa viver essa “mentirada” e essa depravação do mundo. Você não precisa mais! Quanta gente, infelizmente, vive esse clima de corrupção. Esse mal pegou como uma doença, foi um contágio passando um ao outro, acabamos ficando com coisas que não nos pertencem e acabamos entrando em esquemas desonestos. Você é criatura nova e não precisa mais viver assim! “Não preciso mais fazer esquemas para tirar vantagens”. Diga: “Eu posso ser honesto, vou ser honesto!”. Nesse mundo de depravação, você pode ser puro, você pode ser casto, você pode viver a pureza sexual, pureza nos seus pensamentos, sentimentos, toques. Você vai viver sua vida conjugal com a realização e o prazer dados a você por Deus, mas sem malícia, sem depravação e na hora certa. Você jovem não precisa viver de malícia. Diga para você mesmo: “Eu não preciso de filme pornográfico, não preciso ficar buscando pornografia na internet. Vou viver a pureza, vou viver a castidade”. Ainda existem muitas pessoas que vivem o “olho por olho, dente por dente” e que são más porque querem ser más. Você não precisa ser assim. Você é nova criatura, você pode ser bom, ajudar os outros. Há bondade em você. “Eu posso ser bom, como Deus é bom. Eu vou ser bom!” “Eu sou nova criatura e vou viver como nova criatura”. Reze comigo a canção: “Eu quero amar, eu quero ser aquilo que Deus quer.Sozinho, eu não posso mais viver”."Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé no filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim" (Gálatas 2, 20).Vem, Espírito Santo! Vem Espírito!

Seu irmão,Monsenhor Jonas Abib

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Aspectos comportamentais da adolescência
A rebeldia surge pela evolução do pensamento
Adolescência significa “fazer–se homem/mulher, crescer na maturidade”. Etapa de vida marcada por desequilíbrios e instabilidades extremas: de momentos de euforia, de reclusão, audácia e timidez, passividade ou urgência, mudanças rápidas de interesse por um assunto, seguidas ou ao mesmo tempo de conflitos afetivos, crises religiosas (não ter religião ou ser fervoroso em sua crença), dúvidas, contradições e revoltas intelectuais, sociais e filosóficas, ou condutas sexuais adequadas ou não à sua idade.
O exagero em intensidade ou a persistência desses fenômenos é que, ao longo do tempo, configuram um comportamento normal ou não.
É notório que os traços físicos são mais marcantes e evidentes nas mulheres e até mesmo mais rápidos do que nos homens. As diferenças de reação para cada uma dessas situações na adolescência é praticamente única para cada jovem, inclusive entre irmãs na mesma família.
Imagine um corpo de mulher que muitas vezes não é maduro o suficiente do ponto de vista psicológico; assim, acontece com muitas jovens. Socialmente, exigem-se posturas de mulher, padrões de beleza, de sexualidade precoce.
Vivendo essa crise de identidade, a jovem pouco preparada ou acolhida em suas relações sociais é facilmente induzida a comportamentos e escolhas erradas quando falamos em namoro, atitudes agressivas ou rebeldes.
A rebeldia surge pela evolução do pensamento: ser crítica, analisar, saber os porquês, sair à frente, faz com que a jovem questione a autoridade presente (pais, professores, o grupo ao qual pertence). Um 'não' como resposta já não é suficiente. Por outro lado, a timidez ou a baixa estima de si leva-a a buscar soluções extremas: aderir a grupos radicais, usar drogas, adotar atitudes agressivas, ter posturas induzidas (pela TV, pelo grupinho, pelo modismo) para que “seja aceita” socialmente. A urgência das jovens, muitas vezes, levam-nas a querer viver tudo rápida e intensivamente, sem espaço para a espera ou julgamento.
Namorar ou “ficar” pode vir simplesmente pela carência encontrada na família. Muitas ações são feitas muito mais pela imitação do que pela adaptação e pela avaliação crítica e consequente das ações que ela toma: um namoro mal escolhido, uma relação sexual precoce, uma revolta contra os pais, dentre outras. O afeto familiar é importante para que adolescentes sejam mais adaptáveis e menos agressivas, assim como os grupos dos quais participam na sociedade. A religiosidade é importante tanto como grupo quanto como direção das condutas de uma jovem. A evolução da infância para a vida adulta é importante e deve ser vista com respeito: reconhecer, acolher e apoiar seus medos, ajudá-la no discernimento, fazer com que pense no coletivo e não apenas de forma egoísta e individual.
Com esse apoio a jovem terá mais segurança para tomadas de decisão, obterá melhores resultados nas suas investidas, sofrerá menos frustrações e passará pela transição à vida adulta com muito mais equilíbrio comportamental.
É o ensinamento que pais, educadores e todos aqueles que convivem com jovens podem dar: o uso da liberdade vinculado à responsabilidade.

domingo, 5 de abril de 2009

O domingo de Ramos
A entrada de Jesus em Jerusalém
A Semana Santa começa no domingo chamado de Ramos porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples que o aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”.
Esse povo tinha visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia há poucos dias e estava maravilhado. Ele tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos Profetas; mas esse povo tinha se enganado no tipo de Messias que ele era. Pensavam que fosse um Messias político, libertador social que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão.
Para deixar claro a este povo que ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, mas o grande libertador do pecado, a raiz de todos os males, então, Ele entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena. Ele não é um Rei deste mundo!
Dessa forma o Domingo de Ramos é o início da Semana que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras. Os ramos significam a vitória: "Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas".
Os Ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que ela é desvalorizada e espezinhada.
Os Ramos sagrados que levamos para nossas casas após a Missa, lembram-nos que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.
O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório, que se gasta tão rápido. Ela nos mostra que a nossa pátria não é neste mundo mas na eternidade, que aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda da casa do Pai.
A Missa do domingo de Ramos traz a narrativa de São Lucas sobre a paixão de Jesus: sua angústia mortal no Horto das Oliveiras, o sangue vertido com o suor, o beijo traiçoeiro de Judas, a prisão, os mau tratos nas mãos do soldados na casa de Anãs, Caifás; seu julgamento iníquo diante de Pilatos, depois, diante de Herodes, sua condenação, o povo a vociferar “crucifica-o, crucifica-o”; as bofetadas, as humilhações, o caminho percorrido até o Calvário, a ajuda do Cirineu, o consolo das santas mulheres, o terrível madeiro da cruz, seu diálogo com o bom ladrão, sua morte e sepultura.
A entrada "solene" de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de suas dores e humilhações. Aquela mesma multidão que o homenageou motivada por seus milagres, agora lhe vira as costas e muitos pedem a sua morte. Jesus que conhecia o coração dos homens não estava iludido. Quanta falsidade nas atitudes de certas pessoas!
Quantas lições nos deixam esse domingo de Ramos!
O Mestre nos ensina com fatos e exemplos que o seu Reino de fato não é deste mundo. Que ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas veio para derrubar um inimigo muito pior e invisível, o pecado. E para isso é preciso se imolar; aceitar a Paixão, passar pela morte para destruir a morte; perder a vida para ganhá-la.
A muitos ele decepcionou; pensavam que ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel; mas ele vem montado em um jumentinho frágil e pobre. Que Messias é este? Que libertador é este? É um farsante! É um enganador, merece a cruz por nos ter iludido. Talvez Judas tenha sido o grande decepcionado.
O domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja, e consequentemente a nossa também, é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei sagrada de Deus que hoje é calcada aos pés até mesmo por muitos cristãos que preferem viver um cristianismo "light", adaptado aos seus gostos e interesses e segundo as suas conveniências. Impera como disse Bento XVI, a ditadura do relativismo.
O domingo de Ramos nos ensina que seguir o Cristo é renunciar a nós mesmos, morrer na terra como o grão de trigo para poder dar fruto, enfrentar os dissabores e ofensas por causa do Evangelho do Senhor. Ele nos arranca das comodidades, das facilidades, para nos colocar diante Daquele que veio ao mundo para salvar este mundo.
Gratidão pela salvação em Jesus

Quero iniciar desejando a você uma santa Semana Santa. A Igreja fala que essa é a maior semana que temos, porque é a semana que entramos nos últimos dias de Jesus aqui na terra.
A Procisão do Domingo de Ramos nos leva a entrar nesta grande semana com o coração agradecido, mas ao tempo com tristeza. Jesus ficou 33 anos na terra, nos três últimos anos Ele falou, e no último ano Ele morreu por nós, a alegria está aqui, mas a tristeza vem porque Ele não deveria ter morrido, pois Ele não fez nada. Jesus desceu do céu para nos salvar e só fez o bem, não tinham motivo para matá-Lo. Jesus fala aos discípulos: "um de vocês irá me trair". Veja o sentimento do coração de Jesus, sentimento de tristeza. O sentimento do coração dos discípulos também era de tristeza: "serei eu o traidor?" E Jesus diz aos discípulos: "vocês estão desorientados". Jesus chamou três de seus discípulos para rezarem e quando Ele voltou os discípulos estavam dormindo e Jesus novamente se entristeceu. Quando Cristo foi preso Ele disse: "todos me abandonaram". E quando Ele estava na cruz, todos começaram a gozá-Lo dizendo: "salve-se". Veja a tristeza do coração de Jesus. Jesus sabia que era a Sua última semana. Ele foi para o templo de Jerusalém e derrubou todas as mercadorias porque as pessoas estavam no templo para vender. Ele se entristeceu mais uma vez, foi para Betânia e depois voltou para celebrar a última ceia.
Na hora que Jesus mais precisou todos O abandonaram, até Pedro que dizia que não se afastaria d’Ele. Quem condenou Jesus? Todos aqueles que estavam lá: os sumos sacerdotes, os discípulos que foram embora, o povo que O aclamou e sumiu com medo de também serem condenados. Ele foi preso e levado, quem apareceu depois? Deus foi totalmente abandonado pelos seres humanos. Ele ficou sem ninguém. Na hora das curas e milagres a multidão o seguia, mas cadê o povo? Agora é Ele e o Pai e mais ninguém. Ele precisou passar por isso para nos salvar, não vamos nos condenar, pois Ele veio para nos salvar. Passe essa Semana Santa agradecendo a Deus: "Obrigado Jesus porque por tuas chagas fomos sarados. Nós não merecíamos, mas obrigado Senhor, porque a salvação entrou na minha casa". Nós fomos salvos por Jesus. A maldição que pesava sobre nós não pesa mais porque fomos salvos por Ele. Fomos redimidos pelo Sangue d'Ele, não há condenação para nós. Precisamos andar de cabeça erguida, Deus nos recuperou, estávamos perdidos, mas Ele nos recuperou. Ele é o nosso Rei. Bendita hora em que Ele entrou em Jerusalém. Nós não vamos na Sexta-feira Santa nos dirigir a Jesus como "coitado", "tadinho d’Ele". Não! Nós vamos com o coração alegre e entristecido, pois nós é que somos os coitadinhos, aí se chora, não por Ele, mas por nós mesmos, e por nós filhos, pois por Suas chagas fomos sarados.
Tem gente que acha que o Pai do Céu é um "monstro", não! Ele é Pai, Ele mandou seu Filho para morrer em nosso lugar. Bendita substituição, Ele deu a vida por mim, Ele me salvou, por Suas chagas nós fomos salvos. Precisamos tomar consciência daquilo que aconteceu. Tristeza por causa de nós, mas alegria porque Ele nos salvou. Nós vamos ao Monte das Oliveiras com Jesus, onde Ele suou sangue e disse: "Pai afasta de mim esse cálice". Ele estava pensando n'Ele, mas quando Ele pensou em você Ele disse: "Eu irei. Onde o Senhor me mandar Eu irei, porque o Senhor não quer perder nenhum de seus filhos". Essa Semana Santa existe por sua causa, por causa de nós. Deus olhou para você, olhou para mim e mandou o Filho d'Ele para morrer por nós. "Bendito o que vem em Nome do Senhor! Hosana nas alturas! Essa foi a grande vitória, Ele venceu a morte". Nós somos de Deus, nós pertencemos a Deus. O inferno não gosta da Semana Santa porque ele sabe que é a semana da sua derrota, mas nós vibramos com essa semana aguardando o grande momento em que a pedra do túmulo vai rolar e veremos o Ressuscitado. Sexta-feira Santa não é dia de ir para a praia, a Semana Santa é tempo de silêncio. Hoje vamos aplaudir esse Senhor que morreu por nós, porque por Suas chagas fomos sarados, somos as pessoas mais felizes desse mundo porque temos o Senhor. Graças a Ele fomos salvos. Não merecíamos a salvação, mas quando Jesus mandou os discípulos pregarem o Evangelho Ele disse: "diga que Eu os salvei".

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Apóstolos da efusão do Espírito Santo

Somos chamados a voltar ao Cenáculo, para ter um novo Pentecostes

Pela efusão do Espírito, a Igreja é manifestada ao mundo e impulsionada por Ele. O Espírito a inaugurou ao mundo. Ele [Espírito Santo] é dado em Pentecostes na grande efusão; por essa razão, o projeto de Deus é colocá-Lo em público. Às vezes, acontece certa confusão na cabeça das pessoas com relação a esta expressão: "efusão do Espírito Santo". Essa efusão é o acontecimento por meio do qual Deus nos dá uma nova graça de viver uma nova vida.
O Espírito Santo derrama muitos dons sobre a Igreja, mas nem o bispo nem o padre são proprietários d'Ele, muito menos a Renovação Carismática Católica (RCC)!O Espírito Santo não quer fechar as coisas, mas sim, abri-las. Por exemplo: é próprio dos bispos terem o dom do discernimento, ou seja, identificar o que o Espírito Santo fala à Igreja, mas isso não significa que só eles o tenham. Eles precisam estar abertos a novas moções.
O Espírito Santo de Deus é para todos. Deus dá graça própria para você exercer as suas funções. Ele nos dá os dons necessários. Muitos homens e mulheres descobriam que Pentecostes é um fato que se atualiza em suas vidas.
O perfil do apostolado da efusão do Espírito Santo é o de se abrir com docilidade aos dons do Espírito, acolhendo os carismas e não esquecendo que estes [os carismas] são dados para todos. Ser apóstolos da efusão, preparar as pessoas, é clamar o batismo do Espírito Santo, rezar pelas pessoas, impor as mãos.O carisma não é para atrair as pessoas para nós, para nos fazermos de "estrelas", mas é para levar as pessoas a a Deus.
É preciso haver grupos de oração e momentos de oração carismática, porque corremos o risco de transformar a Renovação Carismática em promoção de encontros de massa. Isso é bom, mas é preciso ter a experiência de grupo de oração.
Somos chamados a voltar ao Cenáculo, para ter um novo Pentecostes, pois é o Espírito que nos faz experimentar o fogo do amor. O Pentecostes nos impulsiona a levar para o mundo este vigor do Espírito e Ele dá vida à nossa Igreja. Quando nos abrimos à efusão do Espírito Santo, Ele reforça o nosso encontro.
Marcelo Braga.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Por que precisamos de cura interior?

Realizar constantemente a reconciliação com nós mesmos, com os outros e com Deus
"Aceitar livremente obedecer e ser dócil é caminho para a maturidade: tornar-se adulto psicologicamente e, sobretudo, adulto em Cristo" (monsenhor Jonas Abib).
A cura interior não só é importante como também é necessária: precisamos ser curados, Deus quer nos curar plenamente; por meio dela somos restaurados na nossa personalidade. Ela é a chave para a cura plena da pessoa. Cada dia é um dia de surpresas que o Senhor nos reserva; podemos confiar e nos abrir, sem medo, à ação do Espírito Santo.
Como saber se eu preciso de cura interior? Onde eu preciso de cura interior? São questionamentos fundamentais que nós – à luz do Espírito Santo – precisamos nos fazer, buscando o discernimento e o diagnóstico. Se um médico é cuidadoso em fazer um diagnóstico ao seu paciente, quanto mais nós precisamos ter cuidado com o diagnóstico das emoções nossas e das pessoas. É preciso se abrir ao Espírito Santo, agir, em Nome de Jesus, para o bem, porque o Senhor trabalha para o bem, para todos aqueles que O amam. Seguir o exemplo de Cristo, que passou pela terra fazendo o bem, libertando as pessoas do poder de satanás: é preciso concluir esse trabalho, é preciso ter fé e compaixão.
As etapas para viver bem esse processo:
"É fundamental colocar em ordem nossa vida passada, toda ordem tem sua estrutura na cruz de Jesus". A cruz é e será sempre a chave de leitura da nossa história de salvação. É necessário realizar a paz dentro de nosso interior. Em nossa história realizar constantemente a reconciliação com nós mesmos, com os outros e com Deus. Visitar o passado requer uma mudança, não olhamos para trás e aceitamos. Para o homem espiritual todas as situações de sua vida lhe fazem perguntas: "Quem está comigo?" "O que Deus quis me falar?" "O que aprendi?".
Como é possível reler nossa história de salvação e transformá-la num bem? Em Cristo o Pai já realizou toda essa transformação. É necessário, pois:

1) Aceitação: Capacidade de recordar os fatos, pessoas. Jesus entra no profundo de cada um e o descobre, com amor. Ex.: Samaritana. Nenhum fato de minha história é um absurdo.
2) Reconciliação: Com a própria história, para eliminar toda negatividade. Acolher as realidades como presença misteriosa de Deus. "Quantas vezes devo perdoar?" nem tanto a quantidade do perdão, mas a qualidade deste ato. Só se pode perdoar olhando para a cruz, para o Crucificado. Recordar, sob a memória credente de Jesus, me faz recordar sem dor, mas sob a luz do Espírito: "Fazei isto em memória de mim". Todo meu passado posso recordar sob a cruz, ela faz ativar a memória.
3) Transformação: Quando a pessoa intui a positividade das coisas, ainda que negativas. Nossa história deve ser escrita e revista como um memorial, nunca como um diário, mas celebrando: "Deus estava presente, neste, naquele momento…". Fé histórica: encontro o Senhor em cada momento, em cada fase. No Juízo Final o Altíssimo nos perguntará: "O que você fez com a minha presença na sua história?" Encontrar o rosto do Senhor, Ele que se manifestou das mais diferentes maneiras.

Marcelo Braga perqueno servo de Jesus Cristo.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A Santa Missa lhe dá tédio?

Prepare-se, pois se encontrará com o Senhor

1. De casa para a Santa Missa, “prepare o seu coração”, pois você se encontrará com o seu Senhor, com uma pergunta: “Pelo que me mostrarei agradecido a Deus? Que levo nas mãos para oferecer-Lhe hoje?”
2. Seja pontual e fique num lugar próximo ao altar, para não se dispersar.
3. Participe de toda a liturgia, cantos, posições do corpo, como o sentar ou ajoelhar-se.
4. Preste atenção às leituras e à pregação do padre. O Salmo é a sua resposta a Deus, por isso cante respondendo ao refrão [do Salmo].
5. Depois de comungar faça um momento de oração, uma ação de graças a Deus por se doar a você mais uma vez.
6. Por fim, marque um pequeno compromisso com Jesus para a semana que vem.
Saiba como se encontrar com o seu Senhor.
Seis razões para ir à Santa Missa
1. Você conhece algum cristão sério que não vá à Missa?
2. A Celebração Eucarística não é uma invenção da Igreja ou dos homens, mas do próprio Jesus, por isso não podemos mudar o que Ele nos deixou.
3. Ir à Missa é encontrar-se com Cristo e constitui um encontro de Seus seguidores entre si.
4. A Missa é um momento privilegiado para escutar a Palavra de Deus.
5. Eucaristia quer dizer “ação de graças”. Você não tem nada para agradecer a Deus?
6. Por fim, a Eucaristia nos alimenta e fortalece.
Não perca tempo! Vá se encontrar com o seu Senhor!
Marcelo Braga.